Pub

Eu perdoo-te porque te amo, mas afasto-me porque me amo

Um “amo-te” e um “amo-me” não precisam competir entre si, mas será sempre conveniente que, na nossa vida, coloquemos o nosso bem-estar em primeiro lugar para não sairmos feridos.
Foto: Já Foste
Antes de dizermos um “amo-te” sincero e emocionado, deveríamos dizer a nós mesmos “eu amo-me e mereço ser feliz”.

Não é fácil separar estas duas esferas tão íntimas e complexas, que são as necessidades de si mesmo e do próprio parceiro. No entanto, é vital estar atento à nossa autoestima e à nossa identidade.

Se alguma vez tu viveste este momento em que tiveste que deixar a pessoa que amavas porque tinhas consciência de que manter a relação era tão doloroso quanto autodestrutivo, então tu saberás, sem dúvida, o quanto é difícil tomar esta decisão.

Algo que toda a gente deve saber, é que o amor autêntico não dói.

O amor deve ser bonito e reconfortante, para que o “te amo” e o “me amo” não sejam como a água e o óleo.

Quem não ama a si mesmo dificilmente poderá estabelecer uma relação sincera e saudável com outra pessoa. O amor é construído a cada dia, mas é necessário que haja vontade de ambas as partes e que não se busque exclusivamente satisfazer as próprias necessidades. Somente quando nos sentirmos uma pessoa completa, sem medo da solidão e que sabe como se constrói a felicidade, poderemos dar o melhor de nós para a outra pessoa.

O amor próprio é o que nos confere a valentia pessoal capaz de deixar algo quando já não tem futuro, quando já não se sustenta, quando o que nos proporciona são mais lágrimas do que alegrias.

Não te esqueças: tu nunca serás egoísta por dizeres a ti mesmo todos os dias: “amo-me e mereço ser feliz”.

Fonte: Já Foste

Pub


alegre (13) amor (163) Casamento (6) confições (197) destaque (180) divórcio (17) drama (12) elas (40) Ele (29) eles (38) familia (82) filhos (30) História (27) Mulher (18) Pedrógão Grande (6) Portugal (11) Relação (5) Repórter de memórias (3) Traição (10) triste (11) Viagem (10) viagens (41) vida (61)