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Queria ver o Pai Natal, vi e ele ficou até eu morrer

Não podia deixar passar esta noticia. É o melhor exemplo que podemos ter de um ser humano.

Criança, em estado terminal, pediu para ver o Pai Natal no hospital e Eric Schmitt-Matzen - que desempenha o papel em part time - acedeu ao seu pedido.
Foto: TVI24
Eric Schmitt-Matzen é Pai Natal em part time em Knoxville, Tennessee, nos EUA, e esta quadra natalícia recebeu um pedido especial de um menino de cinco anos.

Segundo conta o jornal Knoxville News-Sentinel, a criança, internada no hospital em estado terminal, pediu para ver o Pai Natal. Uma enfermeira ligou a Schmitt-Matzen e este acedeu ao seu pedido.

Ela disse-me que tinha uma criança muito doente de cinco anos que queria ver o Pai Natal", contou o Pai Natal cujas barbas brancas são verdadeiras.

Quando chegou ao hospital, Schmitt-Matzen pediu a toda a gente que estivesse prestes a chorar para sair do quarto. "Se vos vejo a chorar, vou-me abaixo e não consigo fazer o meu trabalho", contou, acrescentando que entrou no quarto sozinho e que os restantes assistiram ao encontro pela janela dos Cuidados Intensivos.

Quando entrei, ele estava deitado, tão fraco que parecia que estava prestes a adormecer. Sentei-me na cama dele e perguntei "Então, que história é esta de ires perder o Natal? Não podes perder o Natal. És o meu duende número um". Ele olhou para cima e perguntou "Sou?" e eu respondi "Claro!"".

O Pai Natal entregou-lhe então um presente que lhe tinha sido dado para a criança, mas o menino "estava tão fraco que mal conseguiu abrir o papel de embrulho". No entanto, quando viu o que era - um brinquedo da Patrulha Pata - sorriu, antes de retomar a conversa.

Eles dizem que eu vou morrer. Como posso saber quando chegarei ao sítio para onde vou?", perguntou a criança.

Schmitt-Matzen respondeu-lhe então que bastaria dizer que era o "duende número um" e que a sua entrada estaria assegurada.

"A sério?", questionou ainda e quando a resposta foi afirmativa, abraçou o Pai Natal. Mas as perguntas não se ficaram por aqui. Sentado, o menino perguntou "Pai Natal, podes ajudar-me?" e Eric Schmitt-Matzen abraçou-o.

Pus os meus braços à volta dele. Antes que pudesse dizer alguma coisa, ele morreu. Deixei-o ficar, continuei a abraçá-lo".

Todos os que assistiam ao encontro perceberam rapidamente o que tinha acontecido. A mãe entrou no quarto rapidamente: "Ela gritava: "Não, não, ainda não" e eu entreguei-lhe o filho e saí o mais rápido que consegui".

Chorei até chegar a casa. Chorei tanto que tinha dificuldade em ver bem enquanto conduzia", contou o Pai Natal que pensou em pendurar os suspensórios depois deste encontro.

No entanto, decidiu continuar com o seu trabalho depois de se ter cruzado com crianças a sorrirem e a brincarem.

Quando os vi a rir, percebi que tenho um papel a desempenhar. Por eles e por mim".
 
Fonte: TVI24

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